TDAH: COMO SE MUDA UMA VIDA? ENFRENTANDO O MEDO DE ERRAR.
Nota do Autor (2026): Releio este texto e reafirmo: para o TDAH, a história deve ser bússola, não âncora. A mudança não é um evento único, mas uma decisão renovada a cada manhã, apesar das falhas de ontem.
Muda-se.
E pronto.
Mas, e o passado?
Morreu.
Morreu como?
Sou minhas experiências, minha história...
Mas acabou, passou.
Histórias se constroem dia a dia,
fruto das atitudes do presente.
O amanhã começa a ser construído hoje.
Mas quem o constrói foi forjado no passado.
Suas conquistas, derrotas, vivências.
Isso não se apaga.
Mas ficaram para trás.
Não podem mais influenciar as atitudes presentes.
O passado, passou.
Sua importância ficou no passado.
Hoje, o que conta é a vontade e a decisão da mudança.
Alguém disse que precisamos conhecer a história para se construir o futuro.
Conhecer, não depender.
Não se prender.
A história é o relato do passado,
não o passado.
Os sentimentos do passado acabaram.
Ficaram no passado.
Mas o futuro não pode ser pior do que o presente?
Não se prenda ao medo.
O medo paralisa.
A decisão de mudança partiu da insatisfação.
Nada pior do que o conformismo.
Jamais conforme-se.
Mas posso errar...
Mas tentou.
Concluir mais tarde que omitiu-se é pior que errar tentando.
Mude.
E não olhe para trás.
O TDAH que nos derruba é o mesmo que nos dá força para levantar.
Leia Também :
TDAH e a Insatisfação: O que gera a necessidade de mudar.
Enfrente-se: Autoconhecimento: Onde a decisão de mudança começa.



Bom dia Alexandre, espero que você esteja bem. Você sabe que depois do tratamento, volta e meia visualizo uma fresta do meu futuro, e consigo já realizar algumas coisas: Nem grandes (Porque o risco é alto e as marcas que carrego não me permitem mais certos saltos que já sei que irão terminar no abismo) e nem muito pequenas( porque aí já sei que é o medo e a insegurança latentes do TDAH que estão me paralisando.
ResponderExcluirUma vez, me perguntaram qual a minha definição de doença, e de imediato respondi: Todo excesso ou déficit comportamental podemos definir como patológico.
Para quem tem um grau de TDAH tão grave como o meu, já sabe muito bem que a linha da normalidade/ linearidade comportamental, o número 5 na escala do 0 a 10 é impossível para nós, mas o que tento fazer é me manter o mais próximo possível dela, ainda que vários são os dias em que ela parece bem distante de mim. Grande abraço. Um ótimo final de semana. Diego.